O que e o Homem Alem de um Codinome?: Visoes Bioquimicas, filosoficas, Antropologicas e Teologicas.. details from sapnaonline
"Nas sociedades do capital, todo aquele que muito possui e/ou muito consome, acaba sendo tamb m, na mesma medida catastr fica, tamb m possu do e/ou consumido". ________________________________________ Antes de se pensar em construir uma sociedade mais justa, equitativa, fraterna, respeitosa das diferen as e/ou dos diferentes e mais solid ria preciso, antes, como certa vez disse-nos Che Guevara, "construirmos o homem social". ________________________________________ A quest o-problema (O que o homem al m de um codinome?), aqui levantada, nos faz pensar, no alvorecer do s culo XXI, a respeito da necessidade da constru o de um novo axioma sobre o homem contempor neo ou p s-moderno (imerso este com seus diferentes paradigmas na chamada aldeia global), que estejam: 1- Longe dos manique smos, divis o do mundo entre o bem e o mal que, ao longo da hist ria, sempre culminaram catastroficamente em guerras genocidas; 2- Longe das oposi es radicais pol ticas entre direita e esquerda; 3- Longe das divis es socioecon micas, Meritocr ticas e individualistas, entre pessoas de sucesso e os ditos fracassados; 4- Longe dos desrespeitos e/ou intoler ncias, referentes aos diferentes valores do homem, pertencentes s m ltiplas e diferentes culturas; 5- Longe das ortodoxias que preconizam a exist ncia de um humanismo radical, aos moldes dos sofistas antigos, mas, que, nessas sociedades, tem transformado mestres e/ou professores n o em mais educadores de fato, mas em prostitutos intelectuais; 6- Longe de uma globaliza o excludente, que produz e justifica a exclus o social de muitos pelas vias das ditas faltas de cultura e/ou de capacidades intelectuais para poderem conquistas as suas supostas inclus es, etc. Sendo-se assim, ao longo de quinze cap tulos, daremos seq ncia a um estudo sobre as possibilidades de transforma o do ser, visando-se, com isso, podermos, tamb m, apontar poss veis caminhos para a compreens o das transforma es epistemol gicas que tem ocorrido no campo do entendimento da condi o humana, d cadas depois das brilhantes proposi es da fil sofa Hannah Arendt, mas, que, todavia, na presente era P s-moderna, P s-Neoliberal e Neotecnicista, a meu ver, j se encontram, em alguns quesitos, ultrapassadas. Isto , hoje, no s culo XXI, nas sociedades capitalistas ocidentais p s-modernas e/ou contempor neas tem se sistematizado, como conte do tico de Estado, corporificado tamb m por meio especificamente das institui es ditas educativas, uma "condi o humana desumana e/ou inumana", substanciada e/ou "essencializada" esta, frise-se: "Por meio da incorpora o dos valores capitalistas, Individualistas e Meritocr ticos, na psique dos seres socais, abortando-os e/ou castrando-os das suas possibilidades s cio-interativas, dial gicas, solid rias, fraternas, respeitosas das diferen as, participativas e/ou transformadoras." Esperamos, assim, que essa obra, nesse sentido, como todas as outras do autor possa, de alguma forma, contribuir forma o de uma gera o mais equitativa, socialmente falando, e, tamb m, na mesma medida, mais humana e mais emancipada intelectualmente.